Por: Vinícius Lopes - Tecnologia em Geral Vivemos em uma era em que a tecnologia se tornou quase um símbolo de status. A cada novo lançamento de celular, computador ou relógio inteligente, somos bombardeados por campanhas que nos fazem acreditar que o modelo anterior já não serve mais. Essa corrida pela atualização constante, no entanto, cobra um preço alto. O consumidor gasta cada vez mais em produtos que oferecem melhorias mínimas, enquanto empresas estimulam a obsolescência programada para manter o ciclo de consumo ativo. O resultado é uma vida marcada pela ansiedade de estar sempre “atrasado” em relação às novidades. O tempo que poderia ser dedicado a experiências reais como família, lazer, descanso e acaba sendo consumido pela busca incessante por aparelhos mais modernos. Além disso, o descarte frequente de eletrônicos gera impactos ambientais graves e reforça desigualdades sociais, já que nem todos conseguem acompanhar esse ritmo. No fundo, confunde progres...
Por: Vinícius Lopes - Tecnologia em Geral O Microsoft Edge está testando um design com duas barras laterais, uma delas dedicada ao Copilot. A intenção é clara: transformar o navegador em um hub de produtividade com inteligência artificial. Mas a execução deixa a desejar. Em vez de parecer moderno e minimalista, o Edge transmite uma sensação de excesso visual, quase como se estivesse tentando impressionar pela quantidade de recursos, e não pela qualidade da experiência. Enquanto concorrentes como Chrome e Firefox apostam em interfaces limpas e discretas, o Edge insiste em sobrecarregar o usuário. O resultado é um navegador que parece mais preocupado em mostrar tudo ao mesmo tempo do que em oferecer uma navegação fluida. Se a Microsoft quer conquistar usuários exigentes, precisa investir em um design mais refinado e elegante, que inspire confiança e praticidade. O ponto mais curioso é que no meu uso diário o Edge funciona melhor no Linux do que no próprio Windows (...