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Consumidores brasileiros, só querem o importado (parte 2)

Por: Vinícius Lopes - Tecnologia em Geral
A Gradiente voltou a funcionar em 2012

  No artigo passado (Consumidores brasileiros, só querem o importado), falei sobre os consumidores que desprezam suas próprias empresas de eletrônicos, quando preferem um produto concorrente muitas vezes inferior que vem do estrangeiro.
  Hoje vou falar do governo que também desprezam as empresas brasileiras. Quando nos Estados Unidos uma empresa nova é lançada no mercado, o governo já irá apoia-lá e incentivar á cresce e produzir cada vez mais, no Brasil o governo até ajuda as empresas, mas é pouco, quando comparado a ajuda as estrangeiras, em 2011 o governo brasileiro preferiu ajudar a chinesa ZTE a fabricar seus aparelhos de celulares, quando a então unica empresa brasileira fabricante de celulares a Venko, estava preste a falir sem nenhuma ajuda governamental. A Dynacom (empresa brasileira fabricante de video-games e acessórios), fechou as portas  em 2011 pelo segundo motivo:

"O tempo ultimamente é difícil para o setor (de eletrônicos)", diz um diretor da empresa.

  Claro, na década de 80, onde as empresas estrangeiras eram impedidas de produzir no Brasil, onde a Dynacom reinavam e eram uma das maiores empresas brasileiras. Como vimos em todo o artigo (Consumidores brasileiros, só querem o importado parte 1 e 2), não é só os consumidores brasileiros que desprezam, e também o governo, infelizmente.
  Pergunte a um coreano se ele prefere um produto estrageiro ou nacional (na Coréia, Samsung e LG), é claro que ele vai dizer o nacional, a mesma coisa vai dizer um americano por exemplo, pois o governo desses dois países apoiam suas empresas, e faz de tudo para ver a dito cujo no primeiro lugar do ranking mundial das melhores no setor.

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